Somos humanos

24 09 2009

“Quem nunca errou que atire a primeira pedra”. É isso mesmo caro amigo leitor. Todos têm o direito de errar, seja na fala, seja na escrita, seja no amor, seja na vida, enfim, somos humanos!

Folha Online erra, Campo Grande News erra e Dourados News também erra. Basta visitar alguns blogueiros de plantão para saber mais. Quem não se lembra do Agora Aguenta? Ou quem já não viu o HUMORena? Ou ainda o blog do Luis Nassif

Enfim, reconhecemos nossos erros!

E para variar um pouco, como meu amigo “on” Rozembergue Marques gostou ,vou deixá-los apreciar esse poeminha, ao qual a autora eu desconheço…kkkk

Nem de cigarro eu gosto

Já compararam minha vida com a viagem de trem

Onde embarcamos em uma grande aventura

Conhecemos pessoas especiais e tararara…

E que, infelizmente, estão em vagões diferentes dos nossos

Mas embarcaram com a mesma intensidade

Nem sequer notaram a ausência dos pessimistas, dos tristes

Era o mesmo brilho no olhar

Dificilmente levariam algo tão a sério

Todos queriam brincar, desejavam amar…

Não importa se ganhar, o se perder,

A animação era tanta, que até não tão amigos

Poderiam gritar como uma torcida

Playstation, Playstation, Playstation

Ao final de congratulation ou game over

Descobrir junto o que é uma nutella

Encostar uma boca na outra e permitir que o sabor

Seja gostoso, apetitoso, quero mais e hahaha

Saber correr, saber amar, saber doar o que se tem de melhor

Dançar! Com os pés no chão e deixar o som nos embalar

Ouvir a melodia, levantar as mãos, olhar para o lado e se entregar

Em uma garagem, em uma varanda ou na padaria

Eu morreria se não pudesse viver em qualquer lugar

Se eu, se você, ser alguém

Se cair, morrer de rir e ir além

Ver o invisível, ganhar o troféu ou fungar

Deixar a brisa tomar seu rosto, como um cachorro na janela do carro

Sonhar bem alto e chegar lá…

Sem lenço, sem documento, mas, por favor…

Não vá nu que é para ninguém te enxergar

Vai com a liberdade de um passarinho

Porque sonhar nos faz lembrar que a realidade existe

E pode ser triste, mas as nossas mãos quem vai decidir

O tamanho dos sonhos e de quem você será

E a beleza de uma vida é o que me deixa encantada

Ao passar pelos vagões

Seja um velhinho, uma criança ou uma mãe

Desejar lhe o amor

E com a maior delicadeza

Deixá-los feliz por um momento

Resposta bem-educada

Prova a todos que simpatia reflete a alma

Refresca e acalma

De quem se é gentil

E por esses e outro motivos de felicidade

É que a gente guarda belas recordações

Que algumas pessoas nos deixam saudades

A gente segue sorrindo e cantando mesmo assim

E o sorrir, às vezes, ao invés de ressoar

Incomoda o pensamento alheio

As pessoas dão um significado qualquer à sensação

Todos os passageiros têm um pouco de louco e um pouco de santo

E quem vê, acha que usam drogas, fumam maconha

Mas eu tiro por mim e para terminar com a falta de senso,

Sou feliz e a alegria vem por si,

Assim agradeço… e digo mais

Nem de cigarro eu gosto!

 Abraços…

 

Ariadne Bianchi


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